Mais poluição, menos homens

claude-lesbos1

Essa matéria vai p as futuras mulheres, q infelizmente vão crescer em um mundo cada vez + poluído:

Poluição reduz nascimento de homens

A poluição atmosférica, a fuligem da queima da cana-de-açúcar e o uso de agrotóxicos nas lavouras têm reduzido o número de nascimentos de bebês do sexo masculino, indicam estudos da USP e da Fiocruz. A hipótese é q as substâncias químicas, chamadas de desreguladores endócrinos, presentes nesses poluentes inibam a fabricação de espermatozóides que carregam o cromossomo Y (que determina o sexo masculino).

No Brasil, ao menos dois trabalhos de pesquisadores da USP mostram q quanto maior o número de partículas suspensas na atmosfera, menor a quantidade de meninos nascidos em regiões de São Paulo. Foram avaliados o nível de poluição medido em 15 estações da Cetesb e o número de nascimentos registrados em cartórios da capital paulista.

Segundo o patologista Paulo Saldiva, pesquisador do Laboratório de Poluição da USP, entre a área menos poluída e a com maior índice de poluição atmosférica, a diferença da proporção de nascimento de bebês do sexo masculino foi de 1%- 51,7% e 50,7%, respectivamente, com 1.180 meninos a menos na área mais poluída. A análise foi feita entre 2001 e 2003

“Sempre nascem mais homens do que mulheres [numa proporção média de 51% e 49%] porque a mortalidade masculina é maior. Porém, a proporção de homens vem caindo conforme o nível de poluição da região”, diz Saldiva.

Segundo o urologista Jorge Hallak, estudos mostram que o cromossomo Y, q define o sexo masculino, é muito sensível à exposição de agentes químicos presentes na atmosfera. “Há uma morte maior da linhagem germinativa que carrega o Y.” Em trabalho experimental, Hallak observou que ratos expostos à poluição ejaculam menos espermatozóides. “A poluição afeta a qualidade e a quantidade de sêmen.” Em março, o urologista apresentará em congresso em Roma um estudo inédito feito no interior de São Paulo que mostra q as cidades onde há maior queima de cana-de-açúcar também têm redução do nascimento masculino.

Nas regiões agrícolas do Paraná, o declínio do nascimento de homens é atribuído aos agrotóxicos, segundo estudo da biomédica e pesquisadora da Fiocruz Gerusa Gibson. A análise foi realizada entre 1994 e 2004, com base nos registros do IBGE. O município de Jardim Olinda, no noroeste paranaense, registrou a menor proporção de nascimentos de homens no período analisado.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u482598.shtml

Acho melhor essa nova geração feminina começar a cuidar bem do meio ambiente, pois senão literalmente “as mulheres vão dominar o mundo”. E sozinhas.

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