Uso e desuso

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Segundo Lamarck, a Lei Do Uso e Desuso explica as modificações que levam à adaptação dos seres. Se um orgão é muito utilizado, desenvolve-se. Já o seu não uso causa o seu enfraquecimento.

Em síntese: “Quanto mais usa cresce, quanto menos usa encolhe”

Pq Lamarck? Pq eu precisava de um embasamento científico. Foram 2 anos sem utilizar o dom da escrita, então ele deve estar um pouco prejudicado com este desuso.

Mas ainda bem q tem a contrapartida, e creio que com o reuso constante, inverterei a atrofia e as palavras se desenvolverão novamente aqui no meu Fantástico Mundo.

Bora reaquecer os motores das palavras!!

Gracias Lamarck!!

Desmitificando beldades

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Quando falamos de Cleópatra, a primeira imagem que nos vem a cabeça é a Diva Elizabeth Taylor com sua pela alva e lindos olhos azuis vestida em panos esvoaçantes pronta para seduzir Marco Antônio, ninguém menos que o galã Richard Burton.

Porém, mais uma vez a ciência entra para quebrar a fantasia das beldades: uma egiptóloga britânica recriou o rosto da rainha usando imagens gravadas em artefatos antigos, como um anel q data da época do seu reinado, e passou + de um ano analisando as imagens p compor o rosto da rainha. Depois manipulou em computador até chegar ao resultado em três dimensões. O rosto recriado revela uma mulher c traços egípcios de herança grega. A imagem estará no documentário Cleopatra, da série Segredos do Egito, do canal de televisão britânico Five.

Além disso, em 2007, um estudo realizado por especialistas da Universidade de Newcastle sugeriu q tanto Cleópatra quanto Marco Antônio não eram bonitos. Eles analisaram uma moeda de prata de 2 mil anos q mostrou q a rainha egípcia tinha queixo e nariz pontudos e lábios finos:

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moedas analisadas - perfis de Marco Antônio e Cleópatra

Primeiro Cleópatra, e depois? Afrodite, Helena de Tróia, Nefertiti… O problema da ciência é q suas descobertas derrubam séculos de imaginário dos nossos referenciais de beldades históricas…

Redes Neurais

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Quando eu era adolescente, costumava viajar sobre a possível fusão entre informática e medicina; algo como desenvolvimento de chips orgânicos para implantação dentro do corpo humano para auxiliar ou até mesmo substituir órgãos deficientes. Mas desisti da idéia e deixei esse problema para os mais inteligentes e loucos que eu.

Passados alguns anos, lá estou eu na minha aula de informática na faculdade…. Aí o professor distribui os temas para o trabalho final. Quando olho o meu tema… REDES NEURAIS. Pensei: “O que é isso?”, e resolvi me aprofundar no tema. Gente, é fantástico, é um ramo da ciência que desenvolve sistemas baseados nos neurônios humanos. A conexão e a transmissão de informações se dá do mesmo modo que no cérebro. E o mais interessante: eles criam esses sistemas e “treinam”, fazendo com que eles aprendam, e não somente executem as tarefas, reconhecendo padrões e dados e gerando uma solução.

Já estão começando a aplicar as redes neurais em genética, auxiliando na contagem do código genético das pessoas. Além disso, as redes neurais já estão presentes em robôs q desarmam bombas, em reconhecimento de voz, de imagem e agora através de pesquisas de um futuro “nariz eletrônico”. Quanto à medicina, já estão aplicando sistemas de redes neurais no reconhecimento de sintomas de pacientes, gerando um diagnóstico e uma receita.

O futuro está aí, e a bioinformática ainda está no início. Imagina quando as redes se tornarem mais complexas, com um aprendizado mais evoluído, e começarem a ser desenvolvidas em material orgânico? Acho que, no final das contas, eu não era uma adolescente tão louca assim…